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Enchendo a insaciável taça de amor

O que quer (ou quem quer) que você acredita que precisa, terá controle sobre você.

Se você acha que precisa de amor, então essa crença irá determinar o tipo e a natureza das relações que procurará manter.

Se você acredita que precisa de aceitação, então você vai ser controlado pela aprovação ou desaprovação de outros.

Se você acha que precisa de respeito, essa “necessidade percebida” que você anseia controlará você a ponto de romper com relacionamentos que não atendam a essa necessidade.

Um termo mais bíblico para estas “necessidades percebidas” é adoração. Adoração é o termo bíblico para os nossos anseios e é o que ocorre no centro causal, ou no nível do coração, de todas as pessoas. Somos motivados por aquilo que adoramos. Na verdade, nós nascemos adoradores. A pergunta que nós nunca fazemos no aconselhamento é: “Você está adorando?” Nós fomos feitos por nosso Criador para adorar; isto é um fato. A pergunta que devemos sempre fazer é: “O que você está adorando?” (Mateus 6.19-21).

Nas três ilustrações acima, os indivíduos têm uma estrutura de adoração que os motiva a procurar aquilo ou aqueles que satisfaçam as necessidades de amor, aceitação e respeito que percebem em si mesmos. O problema com este tipo de teologia egocêntrica é que nega os dois maiores mandamentos: amar a Deus acima de tudo e amar os outros como a nós mesmos (Mateus 22.36-40).

Se minhas necessidades mais profundas dependem de que minha taça de amor, aceitação ou respeito esteja cheia, então possivelmente não poderei cumprir o que Deus está me chamando para fazer: amar a ele e aos outros. Esse tipo de amor-próprio leva ao individualismo e a uma total incapacidade de glorificar o Salvador.

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